Relevância 18+
Construir linguagem contemporânea sem depender da nostalgia da garrafa. O público-chave é adulto jovem, não o consumidor histórico.
Uma arquitetura de lançamento para transformar presença digital em desejo, experimentação e pressão real nas praças onde o produto estará disponível.
O RTD entra em uma categoria competitiva, disputando atenção com marcas já associadas a festa, música e creators. A vantagem da Jurupinga é não começar do zero: existe história. Mas o produto precisa conquistar uma nova geração de consumidores adultos.
A garrafa já tem lugar na memória. A lata precisa ganhar lugar na rotina do rolê de quem tem 18 a 29 anos.
Construir linguagem contemporânea sem depender da nostalgia da garrafa. O público-chave é adulto jovem, não o consumidor histórico.
Fazer o RTD aparecer no caminho do rolê: creator, adega, e-commerce, evento e varejo contando a mesma história.
Comunicação só ganha valor quando encontra produto. A pressão de mídia acompanha a presença real nos PDVs e canais de compra.
A garrafa preserva ritual e história. O RTD amplia mobilidade e conquista. A comunicação soma equity em vez de criar duas marcas concorrentes dentro da mesma casa.
Cada frente tem uma função. O erro seria pedir para uma única mídia resolver awareness, cultura, prova social e conversão ao mesmo tempo.
Tom, presença diária, resposta rápida, códigos e construção de comunidade.
Nomes grandes transferem desejo; médios e micros tornam a marca presente no cotidiano.
Prova social, formatos nativos, repetição e volume criativo para mídia.
Distribui os melhores ativos com cobertura e frequência planejadas por praça.
Fecha o circuito entre desejo digital, experimentação e disponibilidade física.
Quatro nomes nacionais propositalmente diferentes para calibrar ambição e linguagem com o cliente. O fit é uma leitura qualitativa preliminar; todos estão sujeitos aos critérios de elegibilidade abaixo.
Filtro obrigatório antes de qualquer negociação.
Piso mínimo de audiência 18+ comprovado por print de insights, definido em contrato.
Conteúdo dentro do Anexo de bebidas alcoólicas do CONAR, incluindo a regra de idade aparente de quem aparece. Validar com jurídico.
Mapear contratos vigentes com marcas da categoria e janelas de exclusividade.
Histórico de conteúdo, polêmicas e associação com consumo excessivo ou direção.
A segunda camada é territorial: creators capazes de colocar Jurupinga no look, no esquenta, no bar, na praia, na cidade e na conversa real.
Moda, humor e vida urbana.
Lifestyle masculino, moda e cotidiano urbano. Bom para “look do rolê” e saída real.
Instagram ↗Moda, lifestyle e estética jovem. Encaixa o RTD como objeto de preparação para sair.
Instagram ↗Humor, storytelling e cultura pop. Escala de creator com entrega ainda nativa.
Instagram ↗Noite, música e humor local.
DJ, entretenimento e presença local. Une festa, cidade e reconhecimento regional.
Instagram ↗Humor de vida adulta e cotidiano. Boa tradução de esquenta real e encontro com amigos.
Instagram ↗Perfil de descoberta da cidade: bares, rolês e atrações. Peça tática para levar o RTD aos pontos de venda e eventos locais.
Instagram ↗Praia, lifestyle e descoberta local.
Humor e entretenimento regional. Personalidade local sem cara de mídia tradicional.
Instagram ↗Moda, look e lifestyle. Útil para inserir o RTD no momento anterior ao rolê.
Instagram ↗Peça tática para descoberta local, eventos, gastronomia e pontos de venda.
Instagram ↗Quatro caminhos com exemplos por praça. Próxima rodada de curadoria aprofunda só nos caminhos escolhidos. Nomes marcados como “sugestão” ainda precisam de validação de audiência 18+, fit e disponibilidade.
Situações reais do esquenta, amizade e pós-expediente contadas com humor.
DJs, artistas e figuras da cena que colocam a lata na pista e no line-up.
Moda e lifestyle: o RTD como objeto de preparação para sair, no espelho e no caminho.
Perfis de “onde ir” que conectam o desejo ao ponto de venda, ao bar e ao evento.
As escolhas ficam salvas neste navegador.
A primera fase com foco em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. A mídia final será recalculada a partir da lista de cidades e PDVs efetivamente abastecidos.
Maior massa de audiência e maior necessidade de priorização por cidade e cluster de PDV.
Curitiba como polo prioritário e expansão orientada por disponibilidade.
Florianópolis e Balneário Camboriú como primeira leitura de lifestyle, a confirmar com distribuição.
Na TV, TRP organiza a pressão acumulada sobre um target. No digital, aplicamos a mesma disciplina — universo, cobertura, frequência e custo — com as métricas que as plataformas realmente entregam. É o que separa um lançamento de uma sequência de posts isolados.
Racional estratégico Vanzak Labs
| Dimensão | TV aberta | Digital (este plano) |
|---|---|---|
| Universo | Target por praça no painel de audiência | → 18–29 nas cidades com produto (IBGE) × audiência endereçável por plataforma |
| Pressão | TRP = cobertura % × frequência | → TRP de planejamento = alcance único % × frequência média no target |
| Controle | Grade de inserções | → Objetivo de alcance + frequency cap semanal |
| Janela | Flight por semana | → Flights por onda, com pico na entrada do varejo |
| Medição | Painel único | → Reach/frequência por plataforma + brand lift; deduplicação entre plataformas é estimada |
Segue as cidades e premissas da calculadora (seção 08). Padrão: São Paulo, Curitiba e Florianópolis.
Barras 01–03 em escala relativa ao volume de impressões. O CPM é hipótese de leilão e varia por plataforma, formato, criativo e restrições de segmentação para bebida alcoólica.
Abaixo de 3, a marca é vista mas não lembrada. Acima de 6, cada contato extra rende menos e o criativo desgasta. A faixa efetiva orienta o frequency cap.
Quatro regras que transformam o racional em operação de mídia.
Cidade sem PDV abastecido não entra no universo nem recebe verba.
No lançamento, ampliar cobertura vale mais do que repetir para os mesmos.
1 a 2 contatos por semana por pessoa, somando creators impulsionados e mídia.
Conteúdo dos creators é impulsionado e entra na conta de pressão, não fica isolado.
Sugestão de partida para discussão — recalculadas após a definição de praças e budget.
| Onda | Objetivo | Alcance no target | Freq. média | Formatos-chave | KPI de controle |
|---|---|---|---|---|---|
| OUT–NOVAquecimento | Criar familiaridade com a lata e o território | ~30% | 2–3x | Creators nativos, social orgânico, teaser | Alcance, ThruPlay, buscas de marca |
| NOV–DEZDescoberta | Gerar primeira prova e sinais de demanda | ~45% | 3–4x | UGC impulsionado, geolocalização em adegas | Cliques para e-commerce/locator |
| JANLançamento | Pico de pressão na entrada do varejo | 55–70% | 4–5x | Evento assinado, creators nacionais, vídeo em escala | Brand lift, rotas, sell-out por praça |
| FEV–MARSustentação | Repetir ocasiões vencedoras com eficiência | 25–35% | 1–2x/sem | Melhores criativos, códigos, comunidade | Custo por alcançado, recompra |
A modelagem parte das cidades selecionadas em São Paulo, Paraná e Santa Catarina: soma a população municipal, estima o universo do target e recalcula cobertura, frequência, impressões e investimento em tempo real.
Paid media · base demográfica: IBGE, Censo 2022
Como usar: marque as cidades onde o RTD estará disponível, ajuste cobertura, frequência e semanas, e use o CPM como hipótese de leilão. O cálculo de mídia não inclui cachês de creators, produção, eventos e trade. O universo é uma estimativa de planejamento até a segmentação real nas plataformas.
Os cachês entram linha a linha e o restante se ajusta em percentuais. Cachê de creator fica sempre visível e separado da verba de mídia.
Preencha com as cotações recebidas. Desmarque para simular cenários sem o nome.
| Creator | Nível | Qtd. | Valor/entrega (R$) | Direitos de uso | Total | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Total creators (linhas marcadas) | R$ 0 | ||||||
Simulação — não é proposta comercial fechada. Valores editados ficam salvos neste navegador. Referência inicial de proporção: ~52% mídia, ~34% creators, ~9% UGC/produção, ~5% testes; a arquitetura final responde ao nível de ambição decidido pelo cliente.
O cronograma acompanha a lógica já apresentada pela Jurupinga e organiza o papel da agência em cada etapa.
Identidade digital, creators, social, assets e narrativa de retorno.
Primeira prova, seedings, conteúdo e captura de sinais de demanda.
Conteúdo de ocasião, geolocalização e creators em praça.
Evento ou ativação assinada, entrada no varejo e pico de pressão.
Varejo em operação, otimização criativa e reforço de praças.
Eventos, códigos, comunidade e repetição de ocasiões vencedoras.
Vendas são a consequência final. No início, precisamos enxergar construção de memória e sinais de procura — por isso os indicadores seguem o caminho do consumidor.
Cobertura qualificada 18–29 por praça e por onda.
Pressão média de contato e respeito ao cap semanal.
Quanto a conversa permanece na marca/produto, e não só no creator.
Marca, sabores, “onde comprar” e acessos a e-commerce/locator.
Intenção, perguntas, marcações e comentários de uso.
Volume de ativos nativos capazes de virar mídia.
Cliques, rotas, consultas e demanda por praça.
Quando disponível: sell-out e leitura de lift por região ativada vs. não ativada.
Lembrança e intenção medidas na janela de pico.